Pelos vistos parece que, passados mais de 20 anos, ainda não ouvem!
"Para quem se interessa pelos problemas da nossa Cidade e da nossa Região"
segunda-feira, 20 de julho de 2015
Desgraças desta vida
sexta-feira, 3 de outubro de 2014
A publicidade "Institucional"
Sabem
certamente que, por lei, os jornais locais devem ter um espaço gratuito
denominado "institucional", reservado a diversos organismos entre quais
os partidos políticos. Expliquem-me então, porque é que esta notícia
figura nesse espaço, numa das paginas da Gazeta das Caldas como
transcrevo em baixo com o devido respeito. Não deveriam pagar?
"Decorreu na primeira semana de Setembro, em Castelo de Vide, a 12ª
Universidade de Verão da JSD. A JSD Caldas da Rainha teve neste edição a
sua maior representação de sempre, naquela que é reconhecida como a
mais prestigiada iniciativa regular de formação de jovens quadros
políticos em Portugal.
O nosso companheiro e Vice-Presidente, Rodrigo Amaro, e a nossa companheira, Jessica Ferreira, foram seleccionados, após um rigoroso processo de selecção, para participar nesta edição da UV2014.
Durante oito dias, fizeram parte de um grupo de 100 jovens, em que lhes foi proporcionado um programa exigente de formação política interdisciplinar, do ambiente à actualidade internacional, da economia ao direito, da informação às questões sociais, em aulas e conferências, trabalhos de grupo e simulações de assembleia.
A JSD das Caldas da Rainha tem apostado na formação dos seus militantes ao longo dos anos, e a presença dos nossos companheiros nesta 12ª edição da UV2014 é o resultado dessa aposta, na preparação política e cívica, de participação na sociedade.
Da sua participação, a nossa companheira Jessica Ferreira e o nosso companheiro Rodrigo Amaro, afirmam que acabaram aquela semana sendo mais críticos, com maior vontade de intervir e representar Caldas da Rainha e Portugal.
Continuaremos a apostar na formação e na qualidade da participação dos nossos militantes, pois só assim poderemos ter uma representação efectiva da nossa juventude, merecedores da sua confiança.
A Comissão Política de Concelhia
JSD Caldas da Rainha"
O nosso companheiro e Vice-Presidente, Rodrigo Amaro, e a nossa companheira, Jessica Ferreira, foram seleccionados, após um rigoroso processo de selecção, para participar nesta edição da UV2014.
Durante oito dias, fizeram parte de um grupo de 100 jovens, em que lhes foi proporcionado um programa exigente de formação política interdisciplinar, do ambiente à actualidade internacional, da economia ao direito, da informação às questões sociais, em aulas e conferências, trabalhos de grupo e simulações de assembleia.
A JSD das Caldas da Rainha tem apostado na formação dos seus militantes ao longo dos anos, e a presença dos nossos companheiros nesta 12ª edição da UV2014 é o resultado dessa aposta, na preparação política e cívica, de participação na sociedade.
Da sua participação, a nossa companheira Jessica Ferreira e o nosso companheiro Rodrigo Amaro, afirmam que acabaram aquela semana sendo mais críticos, com maior vontade de intervir e representar Caldas da Rainha e Portugal.
Continuaremos a apostar na formação e na qualidade da participação dos nossos militantes, pois só assim poderemos ter uma representação efectiva da nossa juventude, merecedores da sua confiança.
A Comissão Política de Concelhia
JSD Caldas da Rainha"
segunda-feira, 15 de setembro de 2014
O tecto máximo anual, das despesas médicas individuais
quinta-feira, 11 de setembro de 2014
Brasão, Bandeira e Condecorações
"A vexilologia e a heráldica portuguesas estabelecem regras para os símbolos nacionais e sub-nacionais desde a sua regulamentação nos anos 1930. Entre essas medidas de regularização está a circular de 4 de Abril de 1930
da Direcção Geral da Administração Pública que obrigava as comissões
administrativas das câmaras municipais a legalizar os brasões segundo o
parecer compulsório da secção de heráldica da Associação dos Arqueólogos Portugueses. Há no entanto vários desvios às normas estabelecidas pelos municípios, vilas e freguesias. Apesar da
vexilologia e heráldica portuguesas poderem ser consideradas correctas e
rigorosas, o simples vislumbre de uma bandeira não permite distinguir,
por exemplo, uma freguesia de um concelho (se bem que possa por vezes
figurar no listel), permitindo apenas distinguir o estatuto da
localidade sede."
Heráldica portuguesa
Nos
brasões, a regra é que as freguesias urbanas ou povoações simples sejam
representadas por uma coroa mural de três torres, as vilas, de quatro
torres, e as cidades, de cinco torres, coroa e torres de prata, exceptuando a capital Lisboa, cujas coroa e torres se distinguem de ouro.
Vexilologia portuguesa
Em
relação às bandeiras subnacionais, a regra é de que sejam gironadas ou
lisas com coroa de cinco torres caso o concelho ou freguesia seja
sediado numa cidade, esquarteladas ou lisas com coroa de quatro torres
se o concelho ou freguesia for sediado numa vila, e esquartelada ou lisa
com coroa de três torres se for uma freguesia sediada numa aldeia ou se
for uma freguesia urbana.
Ainda
em conformidade com a heráldica portuguesa, as bandeiras subnacionais
podem ser oitavadas, sextavadas, esquarteladas em sautor, em cruz ou em
faixa e ainda terciadas, tendo por cores as mesmas constantes do campo
do escudo e estendendo ao centro, ou na tralha, uma figura geométrica
onde o brasão das armas é aplicado. (in Wikipédia, a enciclopédia livre.)
Brasão da Cidade - O
Brasão de Armas da cidade das Caldas da Rainha, apesar de ser um dos
que não cumpre as normas de regularização, "É composto por um escudo de
púrpura, tendo ao centro dois escudetes brancos paralelos. Cada um
destes escudetes, possui cinco escudos azuis pequenos e em cruz, com
cinco bezantes em aspa cada um. O escudete branco do lado direito, tem a
encimá-lo um par de águias bicéfalas, emblema dos Lencastres. Sobre o
escudo de púrpura, encontram-se treze castelos em ouro dispostos em três
linhas perpendiculares, contendo quatro castelos cada lateral e cinco a
do centro, situada no intervalo que divide os escudetes brancos. O
escudo de púrpura está envolvido por um outro branco, possuindo uma rede
(camaroeiro) do lado direito e um pelicano do lado esquerdo alimentando
os filhos com o seu sangue. O escudo exterior possui sobreposto uma
coroa aberta.
Bandeira da Cidade das Caldas da Rainha - A bandeira das Caldas da Rainha é gironada e oitavada, tendo quatro peças em amarelo e quatro em púrpura.
Ordens Honoríficas Portuguesas -
Caldas da Rainha, por alvará de 26 de Abril de 1919, foi condecorada
pelo então Presidente da República João do Canto e Castro com o "Grau de
Dama da Ordem Militar da Torre e Espada, do Valor, Lealdade e Mérito",
“pelo heroísmo, civismo e amor que manifestou em sustentar a integridade
das instituições republicanas”. De acordo com a lei da Heráldica
Portuguesa de 1930, qualquer povoação condecorada, deve OBRIGATORIAMENTE
apor a condecoração à volta do seu Brasão.
Pelos vistos, e vá lá saber-se porquê, nada do que está explicado acima, é cumprido pelos Orgãos Autárquicos.
O Brasão aparece muitas vezes completamente diferente do original;
A Bandeira
passou de oitavada de amarelo e púrpura, a branca. No entanto os
pequenos estandartes que a Câmara oferece, são amarelos e roxos;
A Condecoração,
certamente com as mudanças verificadas ao longo dos anos, deve ter-se
perdido ou então "embeleza" uma qualquer parede de um qualquer cidadão.
quarta-feira, 30 de julho de 2014
"Dama da Ordem Militar da Torre e Espada, do Valor, Lealdade e Mérito"
Caldas da Rainha, por alvará de 26 de Abril de 1919, foi condecorada pelo então Presidente da República João do Canto e Castro com o "Grau de Dama da Ordem Militar da Torre e Espada, do Valor, Lealdade e Mérito", por actos heróicos praticados aquando da primeira grande guerra, que decorreu entre 1914/1918. De acordo com a lei da Heráldica Portuguesa, qualquer povoação condecorada, deve OBRIGATORIAMENTE apor a condecoração à volta do seu Brasão. Pelos vistos, e vá lá saber-se porquê, Caldas da Rainha não cumpre as normas legais que vigoram neste País
domingo, 20 de julho de 2014
O Brasão e a Bandeira das Caldas da Rainha
Estou completamente baralhado, no que diz respeito ao Brasão e à Bandeira da cidade. De acordo com a wikipédia: "Ainda hoje as Caldas da Rainha mantêm como armas, o brasão da Rainha D. Leonor, ladeado à esquerda pelo seu próprio emblema (o camaroeiro) e à direita pelo emblema de D. João II (o pelicano). Ao manter estas armas, a cidade é das poucas povoações do país a possuir um brasão anterior à normalização da heráldica municipal levada a cabo no princípio do século XX." Ou seja, a cidade tem, contrariamente à heráldica de quase todas as povoações do País, como mostro abaixo, um Brasão e uma Bandeira.
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Se isto tudo é verdade, gostaria que algum entendido na matéria, me explicasse algumas coisas:
Ainda em conformidade com a heráldica portuguesa, as bandeiras
subnacionais podem ser oitavadas, sextavadas, esquarteladas em sautor,
em cruz ou em faixa e ainda terciadas, tendo por cores as mesmas
constantes do campo do escudo e estendendo ao centro, ou na tralha, uma
figura geométrica onde o brasão das armas é aplicado", não cumpre o que está determinado, exceptuando o descrito acima?
Não há fotos disponíveis da bandeira branca
3 - Porque razão, apesar de todas as discrepâncias existentes, quando o município entrega um estandarte, ele é rigorosamente igual ao que foi implementado no século XVI.quarta-feira, 16 de julho de 2014
Assembleia Municipal de 15 de Julho de 2014
Realizou-se ontem na Câmara Municipal, uma das, pensava eu, mais importantes Assembleias Municipais destes últimos tempos. Puro engano. Mas foi engraçado assistir, às diversas situações que foram acontecendo ao longo da reunião. Pensava eu, pela longa experiência adquirida ao longo da vida, que esta seria uma reunião importante, já que nela se iam discutir os problemas do Hospital Termal e do seu acervo. Mas não.
- Apresentou-se uma ordem de trabalhos com 21 pontos para discussão;
- O ponto 1 não foi cumprido, uma vez que o artigo 17 diz: "Na abertura da sessão ou reunião proceder-se-á apreciação, discussão e votação da acta da reunião anterior ..." e nada disto foi feito;
- O ponto 2 prolongou-se indefinidamente sem que nada o justificasse;
A partir daqui fiquei completamente baralhado. Aprovou-se um protocolo de cedência de utilização e exploração das piscinas municipais aos Pimpões. Aprovou-se um empréstimo bancário e finalmente começaram a falar do assunto principal. Pelo que me apercebi, o "pandan" já está todo combinado. Hospital explorado pela Câmara e por uma IPSS; pavilhões do parque, se não se conseguir autorização para serem um hotel de 5 estrelas, só com paredes e janelas, cintadas para não caírem e o edifício da casa da cultura que está no estado em que está, devido à intervenção "dum grande vulto" da cultura caldense de seu nome Carlos Mota, será para fazer um spa.
Podem crer que afinal não foi só a Conceição Camacho, mas também o Tinta Ferreira, o Luís Ribeiro e, o papagaio mais brilhante que esta assembleia tem, de seu nome António Cipriano, que foram tirar um curso à Terra do Nunca, tais foram as alarvidades que disseram. Duas notas finais. Ficámos a saber que continua o desrespeito e a falta de educação dalguns membros bem como também ficámos a saber que o Presidente da Assembleia, verdadeiro especialista em questões termais, já visitou 15 ou dezasseis termas, quer em Portugal quer no estrangeiro. E uma frase que demonstra o seu profundo conhecimento nesta matéria, foi quando apontou cono exemplo as termas de Ourense, dizendo: "já imaginaram como ficaria bem instalada no largo da copa, uma piscina termal para o público?"
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