"Para quem se interessa pelos problemas da nossa Cidade e da nossa Região"
segunda-feira, 15 de setembro de 2014
O tecto máximo anual, das despesas médicas individuais
quinta-feira, 11 de setembro de 2014
Brasão, Bandeira e Condecorações
"A vexilologia e a heráldica portuguesas estabelecem regras para os símbolos nacionais e sub-nacionais desde a sua regulamentação nos anos 1930. Entre essas medidas de regularização está a circular de 4 de Abril de 1930
da Direcção Geral da Administração Pública que obrigava as comissões
administrativas das câmaras municipais a legalizar os brasões segundo o
parecer compulsório da secção de heráldica da Associação dos Arqueólogos Portugueses. Há no entanto vários desvios às normas estabelecidas pelos municípios, vilas e freguesias. Apesar da
vexilologia e heráldica portuguesas poderem ser consideradas correctas e
rigorosas, o simples vislumbre de uma bandeira não permite distinguir,
por exemplo, uma freguesia de um concelho (se bem que possa por vezes
figurar no listel), permitindo apenas distinguir o estatuto da
localidade sede."
Heráldica portuguesa
Nos
brasões, a regra é que as freguesias urbanas ou povoações simples sejam
representadas por uma coroa mural de três torres, as vilas, de quatro
torres, e as cidades, de cinco torres, coroa e torres de prata, exceptuando a capital Lisboa, cujas coroa e torres se distinguem de ouro.
Vexilologia portuguesa
Em
relação às bandeiras subnacionais, a regra é de que sejam gironadas ou
lisas com coroa de cinco torres caso o concelho ou freguesia seja
sediado numa cidade, esquarteladas ou lisas com coroa de quatro torres
se o concelho ou freguesia for sediado numa vila, e esquartelada ou lisa
com coroa de três torres se for uma freguesia sediada numa aldeia ou se
for uma freguesia urbana.
Ainda
em conformidade com a heráldica portuguesa, as bandeiras subnacionais
podem ser oitavadas, sextavadas, esquarteladas em sautor, em cruz ou em
faixa e ainda terciadas, tendo por cores as mesmas constantes do campo
do escudo e estendendo ao centro, ou na tralha, uma figura geométrica
onde o brasão das armas é aplicado. (in Wikipédia, a enciclopédia livre.)
Brasão da Cidade - O
Brasão de Armas da cidade das Caldas da Rainha, apesar de ser um dos
que não cumpre as normas de regularização, "É composto por um escudo de
púrpura, tendo ao centro dois escudetes brancos paralelos. Cada um
destes escudetes, possui cinco escudos azuis pequenos e em cruz, com
cinco bezantes em aspa cada um. O escudete branco do lado direito, tem a
encimá-lo um par de águias bicéfalas, emblema dos Lencastres. Sobre o
escudo de púrpura, encontram-se treze castelos em ouro dispostos em três
linhas perpendiculares, contendo quatro castelos cada lateral e cinco a
do centro, situada no intervalo que divide os escudetes brancos. O
escudo de púrpura está envolvido por um outro branco, possuindo uma rede
(camaroeiro) do lado direito e um pelicano do lado esquerdo alimentando
os filhos com o seu sangue. O escudo exterior possui sobreposto uma
coroa aberta.
Bandeira da Cidade das Caldas da Rainha - A bandeira das Caldas da Rainha é gironada e oitavada, tendo quatro peças em amarelo e quatro em púrpura.
Ordens Honoríficas Portuguesas -
Caldas da Rainha, por alvará de 26 de Abril de 1919, foi condecorada
pelo então Presidente da República João do Canto e Castro com o "Grau de
Dama da Ordem Militar da Torre e Espada, do Valor, Lealdade e Mérito",
“pelo heroísmo, civismo e amor que manifestou em sustentar a integridade
das instituições republicanas”. De acordo com a lei da Heráldica
Portuguesa de 1930, qualquer povoação condecorada, deve OBRIGATORIAMENTE
apor a condecoração à volta do seu Brasão.
Pelos vistos, e vá lá saber-se porquê, nada do que está explicado acima, é cumprido pelos Orgãos Autárquicos.
O Brasão aparece muitas vezes completamente diferente do original;
A Bandeira
passou de oitavada de amarelo e púrpura, a branca. No entanto os
pequenos estandartes que a Câmara oferece, são amarelos e roxos;
A Condecoração,
certamente com as mudanças verificadas ao longo dos anos, deve ter-se
perdido ou então "embeleza" uma qualquer parede de um qualquer cidadão.
quarta-feira, 30 de julho de 2014
"Dama da Ordem Militar da Torre e Espada, do Valor, Lealdade e Mérito"
Caldas da Rainha, por alvará de 26 de Abril de 1919, foi condecorada pelo então Presidente da República João do Canto e Castro com o "Grau de Dama da Ordem Militar da Torre e Espada, do Valor, Lealdade e Mérito", por actos heróicos praticados aquando da primeira grande guerra, que decorreu entre 1914/1918. De acordo com a lei da Heráldica Portuguesa, qualquer povoação condecorada, deve OBRIGATORIAMENTE apor a condecoração à volta do seu Brasão. Pelos vistos, e vá lá saber-se porquê, Caldas da Rainha não cumpre as normas legais que vigoram neste País
domingo, 20 de julho de 2014
O Brasão e a Bandeira das Caldas da Rainha
Estou completamente baralhado, no que diz respeito ao Brasão e à Bandeira da cidade. De acordo com a wikipédia: "Ainda hoje as Caldas da Rainha mantêm como armas, o brasão da Rainha D. Leonor, ladeado à esquerda pelo seu próprio emblema (o camaroeiro) e à direita pelo emblema de D. João II (o pelicano). Ao manter estas armas, a cidade é das poucas povoações do país a possuir um brasão anterior à normalização da heráldica municipal levada a cabo no princípio do século XX." Ou seja, a cidade tem, contrariamente à heráldica de quase todas as povoações do País, como mostro abaixo, um Brasão e uma Bandeira.
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Se isto tudo é verdade, gostaria que algum entendido na matéria, me explicasse algumas coisas:
Ainda em conformidade com a heráldica portuguesa, as bandeiras
subnacionais podem ser oitavadas, sextavadas, esquarteladas em sautor,
em cruz ou em faixa e ainda terciadas, tendo por cores as mesmas
constantes do campo do escudo e estendendo ao centro, ou na tralha, uma
figura geométrica onde o brasão das armas é aplicado", não cumpre o que está determinado, exceptuando o descrito acima?
Não há fotos disponíveis da bandeira branca
3 - Porque razão, apesar de todas as discrepâncias existentes, quando o município entrega um estandarte, ele é rigorosamente igual ao que foi implementado no século XVI.quarta-feira, 16 de julho de 2014
Assembleia Municipal de 15 de Julho de 2014
Realizou-se ontem na Câmara Municipal, uma das, pensava eu, mais importantes Assembleias Municipais destes últimos tempos. Puro engano. Mas foi engraçado assistir, às diversas situações que foram acontecendo ao longo da reunião. Pensava eu, pela longa experiência adquirida ao longo da vida, que esta seria uma reunião importante, já que nela se iam discutir os problemas do Hospital Termal e do seu acervo. Mas não.
- Apresentou-se uma ordem de trabalhos com 21 pontos para discussão;
- O ponto 1 não foi cumprido, uma vez que o artigo 17 diz: "Na abertura da sessão ou reunião proceder-se-á apreciação, discussão e votação da acta da reunião anterior ..." e nada disto foi feito;
- O ponto 2 prolongou-se indefinidamente sem que nada o justificasse;
A partir daqui fiquei completamente baralhado. Aprovou-se um protocolo de cedência de utilização e exploração das piscinas municipais aos Pimpões. Aprovou-se um empréstimo bancário e finalmente começaram a falar do assunto principal. Pelo que me apercebi, o "pandan" já está todo combinado. Hospital explorado pela Câmara e por uma IPSS; pavilhões do parque, se não se conseguir autorização para serem um hotel de 5 estrelas, só com paredes e janelas, cintadas para não caírem e o edifício da casa da cultura que está no estado em que está, devido à intervenção "dum grande vulto" da cultura caldense de seu nome Carlos Mota, será para fazer um spa.
Podem crer que afinal não foi só a Conceição Camacho, mas também o Tinta Ferreira, o Luís Ribeiro e, o papagaio mais brilhante que esta assembleia tem, de seu nome António Cipriano, que foram tirar um curso à Terra do Nunca, tais foram as alarvidades que disseram. Duas notas finais. Ficámos a saber que continua o desrespeito e a falta de educação dalguns membros bem como também ficámos a saber que o Presidente da Assembleia, verdadeiro especialista em questões termais, já visitou 15 ou dezasseis termas, quer em Portugal quer no estrangeiro. E uma frase que demonstra o seu profundo conhecimento nesta matéria, foi quando apontou cono exemplo as termas de Ourense, dizendo: "já imaginaram como ficaria bem instalada no largo da copa, uma piscina termal para o público?"
segunda-feira, 14 de julho de 2014
Exposição de artesãos caldenses no Céu de Vidro
Mais uma vez está a decorrer uma exposição que merece ser vista. Excelentes trabalhos de artesanato, desde o barro, passando pela pintura, pela escultura, enfim, uma série de peças muito, muito atractivas. A não perder.
terça-feira, 8 de julho de 2014
Os "pobres" encapotados
Desde o início das "campanhas contra a fome", que sempre me recusei a dar alguma coisa, uma vez que não estou para "engordar" os lucros das grandes superfícies, bem como "sustentar" muitos dos que trabalham no banco contra a fome, onde os primeiros a serem servidos, são muitas vezes os que lá estão a fazer trabalho de ???voluntariado???.
Vem isto a propósito do trabalho que é feito por algumas instituições, no sentido de ajudar quem mais necessita. E na nossa cidade, como todos sabem, há algumas. A conferência de são vicente de paulo, o Joaquim Sá, a cantina social e outros, nomeadamente algumas igrejas existentes.
Todas estas associações altruístas, pensam estar a desempenhar bem a sua missão.
Pura mentira, tal é a quantidade de indivíduos que, abusivamente, são apenas aproveitadores, quando não necessitam de qualquer ajuda.
Reformados (da Câmara e da Rol) com rendimentos elevados e com casa própria, ciganos e outros que tais que usam tablets e smartphones, e fulanas e fulanos que não querem fazer nada na vida.
É isto ter necessidade ou é apenas o não querer trabalhar?
Só me deixam pena, todos quantos necessitam e, por vergonha, sofrem na calada das suas vidas sem o demonstrarem. Que me perdoe o Joaquim Sá, pois, apesar de tudo, continuará a ser o homem que mais tem lutado pelos mais desfavorecidos. Aconselho-o apenas a, "disfarçadamente", saber se quem lá vai tem mesmo necessidade.
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