"Para quem se interessa pelos problemas da nossa Cidade e da nossa Região"
quinta-feira, 16 de maio de 2013
As obras de regeneração urbana
terça-feira, 30 de abril de 2013
Stand do Artesanato
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| Stand do Artesanato |
Como se pode ver pelas imagens, foi sem dúvida uma decisão acertada por vários motivos:
- Está enquadrado numa zona de rara "beleza":
- É facilmente reconhecido por qualquer pessoa;
- É espaçoso e dinamizador do turismo local;
Chega de brincarem com as pessoas. Dignifiquem o seu trabalho e não denigram a sua imagem como o parece fazerem querer. É por estas e por outras que esta cidade chegou onde chegou!
- É facilmente reconhecido por qualquer pessoa;
- É espaçoso e dinamizador do turismo local;
Chega de brincarem com as pessoas. Dignifiquem o seu trabalho e não denigram a sua imagem como o parece fazerem querer. É por estas e por outras que esta cidade chegou onde chegou!
sexta-feira, 26 de abril de 2013
O 25 de Abril de 2013
Caldas da Rainha, 25 de Abril de 2013, 10h58m. Encaminhava-me
para o parque para fazer a chamada "voltinha dos tristes", quando me
apercebi que havia um movimento anormal de pessoas junto à porta da sede
da Junta de Freguesia. Pessoas que reconheci como sendo
políticos representantes das diversas correntes partidárias. Uns de
CRAVO ao peito por respeito, outros por desrespeito e ainda outros sem
nada, vá-se lá saber porquê. Lembrei-me então que deveria ser a
anunciada cerimónia do hastear das bandeiras no edifício da respectiva
Junta e, atravessei a rua, e fiquei no tabuleiro da praça à espera da
dita cerimónia que teria a presença da fanfarra dos bombeiros, como
aliás veio a acontecer. Aqui começou a vergonha. Enquanto a fanfarra
tocava e a "politiqueira local", pasme-se, se quedava em frente ao
edifício, dois funcionários sem o mínimo de respeito para ninguém,
trajando como podem verificar, içavam as bandeiras. O do lado direito as
de Portugal e da Cidade e o do lado esquerdo a da Junta de Freguesia.
Perdoem-me a metáfora mas "saltou-me a tampa" e, gritei a plenos
pulmões" contra este ULTRAJE praticado por esta GENTALHA. Vergonhoso foi
o termo usado, para além de outros que foram no sentido de lhes dizer
que, se tivessem vergonha, não estariam ali. Só tenho pena de ter sido o
único a tomar esta posição, apesar dos olhares de apoio. De uma coisa
podem ter a certeza: JAMAIS ALGUÉM ME CALARÁ contra estes energúmenos,
sejam eles de que lado forem, quando tiver que defender os meus ideais.
Fiquem pois conscientes que JAMAIS me OBRIGARÃO a calar. Para terminar,
apenas uma frase para definir estas "comemorações?": V E R G O N H O S
O.quarta-feira, 20 de março de 2013
Assembleia Municipal sobre o Hospital Termal - 19/04/13
Fiquei deveras desiludido com o que se passou ontem na Assembleia Municipal, convocada para discutir o problema do encerramento do hospital termal. Pediu-se à população que acorresse em massa para se discutir este assunto tão melindroso, no entanto já estava tudo cozinhado e, tudo leva a crer, foi mais uma demonstração de propaganda eleitoral. Como habitualmente o público foi o primeiro a falar e, logicamente, apenas podia apresentar o trabalho que trazia feito de casa, já que não lhe era permitido entrar na discussão.
De acordo com o presidente da mesa, quando soube do encerramento, tomou a iniciativa de convocar uma assembleia extraordinária para se discutir o assunto. Por coincidência, após a marcação da referida reunião, recebeu um telefonema do presidente do conselho de administração do CHO a solicitar uma reunião para esclarecer o problema. Convocou o vice-presidente da mesa, um representante de cada partido e um representante da junta de freguesia de Nª Sra. do Pópulo (o de Santo Onofre não foi convocado por não ter sido possível encontrá-lo). Reuniram no CHO, onde lhes foi garantido que a última análise feitas às águas do termal dera negativo e que, podiam ficar descansados pois não havia a intenção de encerrar definitivamente o hospital.
Após esta reunião, foi feita uma moção a enviar ao diversos organismos com responsabilidade na matéria, aprovada por todos os partidos e que seria votada nesta assembleia.
Falaram várias pessoas, bem ou mal não interessa para o caso. No entanto, não poderia deixar de dizer aqui o maior disparate que por lá ouvi. Uma "lunática" do psd disse que, com a resolução do problema do Hospital Termal e do seu património, seriam criados "postos de trabalho".
Então o governo pretende dispensar 150.000 funcionários e aqui, pelo contrário seriam criados empregos?
Algumas perguntas que gostaria de aqui deixar:
Porque não foi convocado um representante da Comissão de Utentes para estar presente na reunião com a administração do hospital?
Porque demoraram tanto tempo a tomar uma decisão? Será que a unanimidade se deve ao facto de ser ano de eleições autárquicas?
Porque razão o presidente da câmara demissionário chegou tarde e a más horas e "correu" com o seu vice-presidente, falando daquilo que não tinha ouvido?
Porque razão foi solicitado através duma rede social (facebook), que os caldenses comparecessem em massa quando não podem opinar?
Perdoem-me, mas não podia deixar de dizer o que me vai na alma.
segunda-feira, 11 de março de 2013
Centenas ou milhares de rapazes ao longo de muitos anos, aqui aprenderam
a ler e a escrever. Sendo um belo edifício, com a sua azulejaria única,
é verdadeiramente comovente ver o estado de degradação a que chegou. A
sua degradação é de tal maneira grave que, duvido que possa ser
recuperado. Será que quem manda nesta cidade não se preocupa minimamente
em manter estas "pérolas" desta cidade? Pelos vistos não. Preocupa-se
mais em deixar cair para fazer de novo. Maldita gente que nos tem
governado.
domingo, 14 de outubro de 2012
Asembleia Municipal de 11 de Outubro de 2012
Realizou-se
na passada quinta-feira, a Assembleia Municipal das Caldas da Rainha,
destinada a discutir e votar uma proposta do presidente da câmara, sobre
a agregação de algumas freguesias. Dos assuntos discutidos, alguns
foram delirantes e de ir às lágrimas, tantas asneiras foram ditas por
alguns "ditos" deputados municipais. Foi dada a palavra ao proponente
para defender a sua proposta, bem como para explicar as razões dessa
mesma proposta. Falou o dito durante 37m, ao longo dos quais se limitou a
atirar areia para os olhos das pessoas presentes, dizendo muitas e
muitas vezes duas coisas distintas:
- Esta proposta foi apresentada por mim e depois ratificada pelos vereadores do psd;
-
Se esta proposta não for aceite, o concelho perderá 6 freguesias,
escolhidas aleatoriamente pela Unidade Técnica, ao contrário das 4 que
perderá se a mesma for votada favoravelmente.
Muitas
intervenções, muitos comentários e acusações, muitas faltas de educação
do presidente da câmara, muitos membros que apenas estiveram presentes
para ganharem mais uns tostões sem fazerem nada, enfim "uma verdadeira
palhaçada".
Perguntar-me-ão o porquê destes termos.
Simplesmente
porque vi elementos eleitos por nós, fazerem o que o partido manda, e
nada fazerem para defender os interesses de quem os elegeu. Houve muito
blá, blá, blá e conversa da treta, percebendo qualquer presente que a
maioria tinha preparado antecipadamente esta reunião, tal era a
unânimidade das intervenções.
Esgrimiram-se
argumentos, uma vez que havia também uma proposta do ps que propunha
manter as actuais 16 freguesias, muitos dos quais completamente
desajustados da realidade e da vontade das populações das freguesias a
extinguir. Devo referir que TODAS as Assembleias de Freguesia votaram
contra a agregação. No entanto, com as excepções dos Presidentes das
Juntas de Nª Sra. do Pópulo, Couto, Salir do Porto, Alvorninha e Serra
do Bouro, os seus presidentes votaram a favor da proposta de agregação,
contrariando assim a vontade de quem democraticamente os elegeu.
Acabou
por vencer a proposta do presidente da câmara, ou seja: Nª Sra. do
Pópulo fica com o Couto e S. Gregório, Tornada com Salir do Porto e
Santo Onofre com a Serra do Bouro.
Antes de terminar esta pequena crítica, não podia deixar de apontar duas situações completamente irrealistas:
-
Como havia 2 propostas, o presidente da mesa fez a votação em
alternativa (votação em que, de acordo com a lei, os votantes devem
votar numa ou noutra proposta), permitindo a abstenção, o que é
completamente uma violação da lei vigente;
-
Ao longo de toda a sessão não houve um único instante de silêncio, o
que é para mim uma demonstração de falta de respeito, não só para com os
membros da mesa mas também para com o público presente.
Carlos Gaspar
sexta-feira, 4 de maio de 2012
Portugal dos Pequeninos
"Jornal das Caldas
03/05/2012
1ª Página
Criada nas Caldas Associação Portuguesa de Apoio ao Recluso
Foi criada nas Caldas da Rainha uma associação que tem por objectivo defender a salvaguarda dos direitos dos reclusos enquanto cumprem penas de prisão e ajudar à sua reintegração na sociedade após a libertação
A actividade da APAR - Associação Portuguesa de Apoio ao Recluso “não é discutir penas ou condenações e, muito menos, desvalorizar condutas criminosas”, esclarece Eduardo Fonseca, vogal da Direcção. De acordo com os estatutos, a associação “pugnará pelo cumprimento integral da lei que rege a execução das penas ciente de que um presidiário não deixa de ser uma pessoa com todos os seus direitos, excepto o da liberdade”.
A APAR é uma “organização sem fins lucrativos e sem qualquer fim político, racial, religioso ou filosófico” e procura “colaborar com os reclusos em Portugal, independentemente da sua nacionalidade, e com os portugueses detidos em prisões estrangeiras, na obtenção de apoios jurídico, social e familiar”.
A escolha das Caldas da Rainha deveu-se à localização geográfica no centro do país – permitindo uma maior aproximação a todos os estabelecimentos prisionais – e o apoio da Câmara Municipal e da Junta de Freguesia de Alvorninha, que cederam o espaço para a sua sede e manifestaram interesse “pela problemática dos Direitos Humanos”.
A sede é a antiga escola primária da Moita, em Alvorninha, que estava desactivada.
A tomada de posse dos corpos directivos da APAR decorreu no dia 28 de Abril, no salão nobre da Câmara Municipal. Jorge Antunes é o presidente, Teresa Martins a vice-presidente, Vítor Ilharco o secretário-geral, António Aguiar o tesoureiro e Eduardo Fonseca, Luís Maia e Luzete Bandeira são vogais.
Francisco Coutinho é o presidente da assembleia geral, tendo como vice-presidente Vanda Abreu e secretária Cremilde Pinto.
O Conselho Fiscal é presidido por Diniz Silva e tem como vogais João Rosa e Paulo Pinto, enquanto que do Conselho Consultivo fazem parte Anabela Costa, Carlos Peralta, Carlos Poiares, Carlos Rato, Domingos Matos, Francisco Raposo Ferreira, Hernâni Carvalho, Humberto Pereira, Isabel Ferreira, João Craveiro, João Peres, Luís do Paço, Paulo Machado, Paulo Sargento, Quintino Aires, Rodolfo Pereira, Rui Verde, Rui Vila, Vítor Costa e Vítor Gaspar.
Francisco Gomes"
Fiquei deveras “emocionado” com a criação desta associação, que até teve direito a tomada de posse no Salão Nobre da Câmara Municipal. Finalmente existe uma associação que, tem como objectivos, “defender a salvaguarda dos direitos dos reclusos enquanto cumprem penas de prisão e ajudar à sua reintegração na sociedade após a libertação”. Quais reclusos? Os que mataram? burlaram? violaram? Só podem estar a brincar comigo quando têm na sua direcção um BURLÃO profissional. Que tal se as pessoas como eu se juntassem e criássemos a APAL? ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA PARA A DEFESA DO LESADO? Será que podemos contar com figuras tão proeminentes como as que fazem parte desta?
03/05/2012
1ª Página
Criada nas Caldas Associação Portuguesa de Apoio ao Recluso
Foi criada nas Caldas da Rainha uma associação que tem por objectivo defender a salvaguarda dos direitos dos reclusos enquanto cumprem penas de prisão e ajudar à sua reintegração na sociedade após a libertação
A actividade da APAR - Associação Portuguesa de Apoio ao Recluso “não é discutir penas ou condenações e, muito menos, desvalorizar condutas criminosas”, esclarece Eduardo Fonseca, vogal da Direcção. De acordo com os estatutos, a associação “pugnará pelo cumprimento integral da lei que rege a execução das penas ciente de que um presidiário não deixa de ser uma pessoa com todos os seus direitos, excepto o da liberdade”.
A APAR é uma “organização sem fins lucrativos e sem qualquer fim político, racial, religioso ou filosófico” e procura “colaborar com os reclusos em Portugal, independentemente da sua nacionalidade, e com os portugueses detidos em prisões estrangeiras, na obtenção de apoios jurídico, social e familiar”.
A escolha das Caldas da Rainha deveu-se à localização geográfica no centro do país – permitindo uma maior aproximação a todos os estabelecimentos prisionais – e o apoio da Câmara Municipal e da Junta de Freguesia de Alvorninha, que cederam o espaço para a sua sede e manifestaram interesse “pela problemática dos Direitos Humanos”.
A sede é a antiga escola primária da Moita, em Alvorninha, que estava desactivada.
A tomada de posse dos corpos directivos da APAR decorreu no dia 28 de Abril, no salão nobre da Câmara Municipal. Jorge Antunes é o presidente, Teresa Martins a vice-presidente, Vítor Ilharco o secretário-geral, António Aguiar o tesoureiro e Eduardo Fonseca, Luís Maia e Luzete Bandeira são vogais.
Francisco Coutinho é o presidente da assembleia geral, tendo como vice-presidente Vanda Abreu e secretária Cremilde Pinto.
O Conselho Fiscal é presidido por Diniz Silva e tem como vogais João Rosa e Paulo Pinto, enquanto que do Conselho Consultivo fazem parte Anabela Costa, Carlos Peralta, Carlos Poiares, Carlos Rato, Domingos Matos, Francisco Raposo Ferreira, Hernâni Carvalho, Humberto Pereira, Isabel Ferreira, João Craveiro, João Peres, Luís do Paço, Paulo Machado, Paulo Sargento, Quintino Aires, Rodolfo Pereira, Rui Verde, Rui Vila, Vítor Costa e Vítor Gaspar.
Francisco Gomes"
Fiquei deveras “emocionado” com a criação desta associação, que até teve direito a tomada de posse no Salão Nobre da Câmara Municipal. Finalmente existe uma associação que, tem como objectivos, “defender a salvaguarda dos direitos dos reclusos enquanto cumprem penas de prisão e ajudar à sua reintegração na sociedade após a libertação”. Quais reclusos? Os que mataram? burlaram? violaram? Só podem estar a brincar comigo quando têm na sua direcção um BURLÃO profissional. Que tal se as pessoas como eu se juntassem e criássemos a APAL? ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA PARA A DEFESA DO LESADO? Será que podemos contar com figuras tão proeminentes como as que fazem parte desta?
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